segunda-feira, 25 de julho de 2011

Uma aula sobre os Pais ♥


 Objetivos:
• Valorização da figura paterna;
• Estimular a expressão da linguagem oral;
• Reconhecer as qualidades dos pais;
• Desenvolver a criatividade da criança;
• Estimular o raciocínio e a atenção;
• Relacionar-se com a figura paterna ou a ausência dela.

Introdução:
Para começar, lembre às crianças da data que se aproxima. Pergunte as crianças o que gostam de fazer com seus pais. Pode ser interessante ter previamente recortadas algumas imagens de cenas e objetos para ilustrar a discussão (bicicletas, pais com filhos brincando no parque, uma família tomando café da manhã, etc.).
Quanto mais idéias surgirem neste momento, melhor, pois as idéias de uma criança podem ajudar a outra a se lembrar de momentos gostosos.

Algumas atividades:
Estas sugestões são para serem desenvolvidas do decorrer do mês de agosto.

 Sugira que as crianças entrevistem os pais. Elas podem perguntar qual é o esporte preferido dele, o prato que mais gosta, qual o lazer favorito e que revistas ou jornais ele lê. Depois em sala podem compartilhar as respostas.

 Promova dramatizações da profissão dos pais. As crianças podem também realizar pantomimas representando o pai triste, zangado ou alegre.

 Explore canções, poemas e livros que falam da figura paterna.

 Monte mural ou cartazes

 Confeccione cartões, diplominhas, acrósticos com o nome do papai, jogo da memória;

 Estimule as crianças a desenharem seus pais ou famílias;

 Incentive-as a confeccionarem lembrancinhas para presentear os pais, como marcadores de página, em que as crianças desenham ou escrevam o que quiserem. Pode-se também, colocar uma foto ou desenho da criança nele.

 Desenhos para ao papai, em um envelope enfeitado para entregar os trabalhinhos que o filho fizer;

 Trabalhar a figura humana do pai, Orar pelos Papais da igreja;

 Cantar, recitar e fazer atividades de recorte, modelagem, desenho livre ou pintura, ligados ao tema.

Música para os pequenos:

PAPAI MEU AMIGÃO
(Melodia: No ritmo de ciranda cirandinha)
Papai meu amigão
Hoje eu vou comemorar
Vou te dar muitos beijinhos
E depois te abraçar

Com amor e com carinho
Do fundo do coração
Batam palmas pro papai
Que o é meu campeão
Fonte: Monte sião

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Perfil do Líder dos Ministérios da Criança

1. Ser pessoa consagrada – que mantenha comunhão com Deus e viva os princípios da verdade.
2.Ter profundo senso de responsabilidade – ter consciência de que está desempenhando um trabalho para Deus e este deve ser feito da melhor maneira possível.
3.Ter conhecimento de relações humanas – deve saber tratar as pessoas com delicadeza. Ser amigo de todos.
4. Ter domínio próprio – deve saber manter seu próprio gênio e sentimentos, em sujeição do Espírito Santo de Deus.
5. Ser perseverante – lutar até conseguir que todo trabalho seja realizado de maneira correta e da melhor forma possível. A Metodologia do Elo da Graça requer muita perseverança e treinamento.
6. Ser paciente – nem sempre é possível fazer com que os outros assimilem imediatamente o que queremos implantar. Ter paciência em casos difíceis e buscar a ajuda de Deus dá bom resultado.
7. Ser pontual – seja o exemplo para todos os demais que trabalham nas divisões infantis. A pontualidade é uma virtude cristã.
8. Ter dinamismo – o líder precisa ser uma pessoa ativa e empreendedora.
9. Ter espírito de liderança – este é o fator fundamental para o sucesso.
4 Princípios Fundamentais para Líderes dos Ministérios da Criança e do Adolescente
1. Paixão – qualquer coisa que eu faça, farei bem porque a faço para o Senhor, não para a aprovação dos outros. Col. 3:23
A paixão produz:
a. Direção - entusiasmo que nos impulsiona adiante, energia suficiente para cruzar a linha de chegada da realização.
b. Possibilidades – o apaixonado faz coisas de maneira diferente: supera as dificuldades buscando soluções criativas juntamente com a equipe; percebe o fracasso como um degrau para o sucesso, refaz constantemente seus alvos e os alcança por meio de perseverança; aceita desafios que a impulsiona para os limites da perseverança, compreende que “se não houver dor, não há valor”; aceita a disciplina de Deus como uma preciosa demonstração do Seu amor.
As duas maiores paixões de um líder dos MC devem ser: 1. ver uma criança aceitar a Jesus e vê-la crescer em maturidade espiritual 2. liderar, encorajar e inspirar os professores.
c. Mudança de vida – a mudança de atitude produz compromisso.
Características de uma pessoa apaixonada:
• Alegria e vigor – contagiam o ambiente. É ficar contente por fazer diferença no Reino, porque o que fazemos durará para sempre. “Quando você está bem próximo de Cristo, as coisas de Seu reino farão com que a paixão jorre em sua alma”.
• Entusiasmo e expectativa – “ao ministrarmos para as crianças e para a nossa família, precisamos ser as pessoas mais entusiasmadas do mundo, porque estamos vivendo dentro do laço do amor, da graça e do poder de Deus”.
• Resultados excepcionais – os resultados espirituais florescem em razão de sua paixão pelo ministério. As crianças se lembrarão de você como alguém cheio de paixão que as amava, as valorizava e as honrava. As crianças podem se esquecer das lições que você ensinou, mas se lembrarão de quem é você.
Venenos mortais contra a paixão:
• Rotina – monotonia e falta de criatividade.
• Frieza – gastar a maior parte do nosso tempo com pessoas apáticas.
• Incerteza – precisamos estar fixos em um foco. Só começamos a progredir quando falamos sobre passos, planos específicos e horários específicos.
• Vaguear – sem objetivos, você não tem em que se concentrar. Quando investimos essa paixão em objetivos específicos e trabalhamos neles com todas as nossas forças, uma dádiva de Deus, então se torna muito difícil desistirmos de nosso ministério.
• Dureza – se você é líder, com certeza alguém não gostará de você. Portanto, não se preocupe com que os outros pensam a seu respeito. Algumas pessoas são como vitral: ou são apenas um vidro ou alguém que reflete a luz.
Três remédios edificantes: 1. associação contagiosa – aproxime-se de pessoas cheias de paixão; 2. orações sinceras – orar por paixão. Tiago 5:16 “A oração de um justo é poderosa e eficaz.” 3. lembretes diários de seus momentos decisivos – com esses lembretes ao nosso redor, podemos constantemente lembrar: “É por isso que estamos aqui ”- grandes coisas fez o Senhor por nós. Esses lembretes marcam momentos que nos impulsionaram adiante!
2. Atitude – Nossa atitude determina nossa altitude. A atitude que você usa é a atitude que você escolhe e ela depende da sua capacidade de distinguir entre a resposta e a reação.
O que causa minha atitude a escorregar:
• Turbulência – nossa auto-estima pode atravessar uma tempestade, devido a um corte brusco na igreja ou por um sentimento de baixa auto-estima. Como você se vê? E como Deus a vê? Se nós esquecemos de manter os olhos em nosso valor, nosso preço eterno, como Deus o vê, nossas atitudes terão tendência para apontar o “nariz para baixo”.
• Paralisia – pessoas que não se vêem como vencedoras são, com freqüência, obcecadas por perder.
• Estressando-se – você pode estar usando energia demais. Sua atitude e desempenho podem realmente melhorar, se você reduzir sua velocidade. É preciso ter tempo para renovar-se e deleitar-se, ou seja, rejuvenescer.
• Voltas, voltas e voltas – as expectativas de vida menores, são as pequenas destruidoras de atitudes. Os líderes eficazes enfrentam dificuldade, desencorajamento e desapontamento. Tiago 1:2-4. Precisamos manter uma clara perspectiva de vida, uma clara perspectiva de nossas expectativas. Muitas vezes é preciso trocá-las, para abrir espaço necessário, para que as boas atitudes floresçam.
O que fazer quando sentir que sua atitude está para vacilar: 1. olhe para cima – mantenha-se focado no que Deus está fazendo no Reino. (Col. 3: 2,3); 2. Desacelere: todos fazemos escolhas mais acertadas quando paramos por um momento; Alcance pessoas – que o seu foco seja ajudar os outros a alcançar o potencial que têm. A vida das crianças e dos membros de sua equipe serão renovadas, e as pessoas se sentirão encorajadas, simplesmente pelo fato de estar em contato com você.

A ATITUDE “INTERPRETA” SEU MUNDO
Hoje, posso reclamar porque o tempo está chuvoso, ou posso agradecer porque a grama está sendo regada para mim.
Hoje, posso chorar porque as rosas têm espinhos, ou posso comemorar porque os espinhos têm rosas.
Hoje, posso lamentar a falta que sinto de meus amigos, ou posso embarcar alegremente em uma jornada para descobrir novos relacionamentos.
Hoje, posso murmurar porque tenho de ir para a escola, ou posso abrir minha mente e alimentá-la com novas e ricas gotas de conhecimento.
Hoje, posso ficar chateado porque tenho de limpar a casa, ou posso me sentir honrado porque o Senhor providenciou um abrigo para mim.
Tudo pode ser tirado de um homem, menos uma coisa – o direito de escolher sua atitude em qualquer circunstância; a escolha do seu próprio caminho.
3. Trabalho em Equipe – As equipes têm um potencial criativo maior do que os indivíduos. “Todos nós juntos somos mais inteligentes do que apenas um de nós”.
Características de uma equipe dinâmica:
• Cooperação – isso requer saber e apreciar histórias uns dos outros, manter contato físico, atitudes de dar e receber, para que a unidade se transforme na poderosa realidade de nossos relacionamentos práticos de trabalho. Ler S.João 17:21.
• Flexibilidade – mudar para atender às necessidades. Flexibilidade para dar conta da demanda que lhe é requerida.
• Compromisso – os propósitos de evangelismo, comunhão, discipulado, serviço e adoração. Programas que ajudarão as crianças a crescer em profundidade, na caminhada espiritual.
• Lealdade - uma equipe pode fracassar porque algo discutido entre o grupo vazou para outras partes interessadas: a famosa fofoca. É muito difícil vencer a quebra de confiança entre os membros de uma equipe.
• Encorajamento - pessoas florescem sob o incentivo e murcham sob a crítica. Todas as vezes que apreciar algo em alguém ao seu lado, você está elevando seu valor, honrando essa pessoa, edificando a equipe e construindo o Reino. Ler I Tess. 5:11
Como cuidar das necessidades de manutenção de sua equipe:
• Deixe constantemente as expectativas bem claras – cada membro da equipe precisa sentir-se pertencente ao grupo e saber que seu papel é vital.
• Proporcione informações e treinamentos para habilidades de uma equipe.
• Abra espaço para compartilhar – não se preocupar apenas em desempenhar as tarefas, mas uns com os outros.
• Sempre dê ênfase à presença de Deus – iniciar cada encontro com uma oração. Desenvolver projetos de oração intercessória durante os encontros.
4. Honra- Ler Rom. 12:10. O valor que atribuímos às pessoas faz toda a diferença em como as tratamos e como somos tratados por elas. A honra determina o sucesso do nosso ministério. Valorize as pessoas através de cartões de aniversário, agradecimentos, telefonemas, visitas, etc.
Nossa própria imagem influencia significativamente nossa “imagem” das pessoas. Quando vemos outros da maneira como Deus os vê, passamos a tratá-los como Deus os trata também.
Servir em uma atmosfera de respeito mútuo e encorajamento torna o ministério gostoso e digno de todo esforço.
Referência: Jutila, Craig. 4 Princípios Fundamentais para Líderes de Ministério Infantil. São Paulo: Editora Vida, 2004.

Departamento dos Ministérios das Crianças
O Departamento dos Ministérios das Crianças é organizado para promover e coordenar o ministério para as crianças da igreja, bem como para envolver as crianças no serviço pelos outros. A ordem de Cristo para apascentar os cordeiros provê o incentivo para a igreja enfrentar as necessidades das crianças por educação, companheirismo, adoração, mordomia e empenho missionário.
A mente ativa das crianças extrai significado de toda experiência. "As lições que a criança aprende durante os primeiros sete anos de vida têm mais que ver com a formação do seu caráter que tudo que ela aprenda em anos posteriores." -Orientação da Criança, pág. 193. Este é o tempo de começar a educá-las "para que sejam pensantes e não meros refletores do pensamento de outrem" (Educação, pág. 17).
"Quando Jesus disse aos discípulos que não impedissem as crianças de ir ter com Ele, falava a todos os Seus seguidores em todos os tempos -aos oficiais da igreja, aos ministros, auxiliares e todos os cristãos. Jesus está atraindo as crianças, e ordena-nos: 'Deixai vir os meninos a Mim', como se quisesse dizer: Eles virão, se os não impedirdes." - O Desejado de Todas as Nações, pág. 517.
"Toda criança pode adquirir conhecimento como Jesus o adquiriu." - Ibidem, pág. 70.
Ministério em Favor das Crianças Adventistas do Sétimo Dia. -Toda pessoa, na comunidade da igreja, tem a responsabilidade de exercer uma influência positiva sobre as crianças. Proporcionar às crianças oportunidades de participação, interação e liderança numa variedade de aspectos de educação religiosa lhes dá um senso de inclusão como valiosos membros da família da igreja, tende a conduzi-Ias a Jesus e lhes ensina a encarar a vida de uma perspectiva adventista do sétimo dia.
Ministério em Favor das Crianças Que Não Pertencem à Igreja. - A Bíblia toma claro que Deus tem especial interesse pelas crianças que não pertencem à família da igreja. O empenho pelas crianças dentro da influência da igreja terá resultados de longo alcance, um dos quais será conquistar os pais para o Senhor. O Departamento dos Ministérios das Crianças tem responsabilidade por tais programas tradicionais de penetração missionária como: Escolas Cristãs de Férias, Escolas Sabatinas Filiais Para Crianças, Clubes Bíblicos na Vizinhança e Horas de Histórias.
Nas igrejas que não possuem o Departamento dos Ministérios das Crianças, as Escolas Cristãs de Férias, as Escolas Sabatinas Filiais Para Crianças, os Clubes Bíblicos na Vizinhança e as Horas de Histórias ficarão sob a direção do Departamento da Escola Sabatina. (Ver pág. 96.)
Envolver as Crianças Adventistas do Sétimo Dia no Serviço aos Outros. - A participação não somente aumenta as capacidades e assegura às crianças que elas são uma parte integrante da família da igreja, mas - o que é mais importante -o envolvimento no serviço aos outros constitui uma parte significativa do seu crescimento na graça. Esforços criativos para envolver as crianças irão ajudá-las a estabelecer um padrão de solicitude pelos outros que poderá, apropriadamente, continuar no decorrer da vida.
Salvaguardando as Crianças. - Em Mateus 18:6, Cristo falou energicamente a respeito dos que prejudicassem as crianças intencionalmente: "Qualquer, porém, que fizer tropeçar a um destes pequeninos que crêem em Mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse afogado na profundeza do mar." A igreja local deve tomar medidas razoáveis para salvaguardar as crianças engajadas em atividades patrocinadas pela igreja, escolhendo pessoas com elevada formação espiritual e moral como dirigentes e participantes nos programas para crianças.
A Comissão dos Ministérios das Crianças. - A Comissão dos Ministérios das Crianças atua sob a direção da Comissão da Igreja ou da Comissão dos Ministérios Pessoais. Os membros serão escolhidos com base na intensidade do seu interesse e perícia em trabalhar com crianças. O número de membros variará de acordo com as necessidades de cada igreja.
O(a) Coordenador(a) dos Ministérios das Crianças. - O(a) coordenador(a) dos Ministérios das Crianças é eleito(a) pela igreja e deverá ser uma pessoa de excelência moral e ética, que demonstre amor e dedicação a Deus, à igreja e às crianças e tenha habilidade e experiência para trabalhar com crianças.
Fonte:escolabiblicaecultoinfantil.blogspot.com

quarta-feira, 6 de julho de 2011

A CRIANÇA E A EXPERIÊNCIA DO CULTO A DEUS

É através deste “povo convocado”, a Igreja do Senhor, tabernáculo humano (I Co 3.9) que os homens podem ser educados. Pois a Igreja ao dar extensão ao magistério de Cristo, as obras Dele têm continuidade no Mundo e sua Ação Salvadora alcança o perdido.

A Igreja como agente da Educação Cristã, não tem a função de produzir conhecimento, mas inculcar nas mentes humanas o conhecimento verdadeiro: a Palavra de Deus (Dt 6. 4 -19), que tem em si mesma poder transformador e renovador para alcançar o perdido lhe trazendo a restauração.

O “Ide” de Cristo e a Criança

O “Ide” de Cristo que expõe de maneira incisiva e clara nas Escrituras, em Marcos 16.15 “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura.” E nesse “a toda a criatura”, as crianças, que já conseguem crer, podem ser alcançadas pelo Evangelho, às vezes acompanhadas de sua família ou não.

D. L Moody disse: “Eu creio que, se as crianças têm idade suficiente para vir à Escola Bíblica Dominical, elas têm idade suficiente para vir ao Calvário. Vamos abrir nossas mente e que Deus nos ajude a ganhar as crianças para Cristo”.

O Culto Divino e a Criança
A Criança e o Culto Divino

É possível que Deus receba culto da criança?

O Senhor Jesus nos responde esta questão, quando repreende os principais sacerdotes e escribas, por sua indignação, com louvor, que as crianças lhe prestam no templo mediante as maravilhas que Ele fazia: “... Hosana ao Filho de Davi... e disseram-lhe: Ouves o que estes dizem? E Jesus lhes disse: Sim; nunca lestes: Pela boca de meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor?” (Mt 21.14-16; Sl 8.2)

Estes pequenos são adoradores! As crianças são pequenas de estatura, mas não é pequeno o seu culto. Uma vez entendido isto, então o culto de seguimento infantil não poderá ser denominado apenas de “um cultinho”, mas sim uma reunião de adoração e louvor a Deus.

Onde cultuar e quando ?

Quando Davi escreveu no Salmo 122.1: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor;” isto não quer dizer que o “culto” está relacionado apenas aos momentos que nos reunimos no templo, na igreja. Deus é o Senhor das nossas vidas, e conseqüentemente devemos deixá-Lo dirigir nosso modo de viver, pensar e agir. Com isso, todas as nossas atividades diárias devem estar relacionadas com atitudes que adorem, venerem, reverencie e que estejam sujeitas a Ele. -- O verdadeiro culto racional! ( Rm 12.1). Portanto, prestar culto a Deus é muito mais abrangente e não será possível limitar apenas ao processo litúrgico que desenvolvemos em nossas igrejas. Não importa o local em que estivermos e nem quando, tudo aquilo que fizermos deve ser em função de prestarmos culto a Deus (J o 4. 20 -30).

Porém, é na igreja, que se dá o auge de todo esse processo, pois quando nos reunimos nosso único objetivo é prestar culto a Deus de forma coletiva. Esse momento tão importante deve ser a mola propulsora de todo o cristão e meta constante em sua mente e coração por toda a vida.

O lar, nossa primeira Igreja

Como a criança é um ser em formação e não um “adulto em miniatura” a experiência de louvor e adoração que a conduz à presença de Deus e que transforma sua vida, deve ser iniciada no lar, com o culto doméstico. Há diversos textos no Antigo Testamento e também na carta que Paulo escreveu à Igreja de Éfeso, que nos advertem a criar a criança no ensino e no caminho do Senhor ( Ex 12. 26, 27 ; Dt 4.9,10;6.4-9;11.18,19 e Ef 6.4).

Deus dá primeiramente aos pais a responsabilidade de passarem adiante o legado da fé cristão. Porém, nos dias atuais, por diversas circunstâncias, o treinamento dos filhos no caminho do Senhor, tem sido negligenciado pela maioria dos pais e relegado a terceiros. Toda e qualquer atividade com a criança, que a Igreja oferecer pode vir a suplementar o treinamento doméstico, mas nunca substituí-lo!

A criança e seu espaço na Igreja

A criança deve ter seu espaço na Igreja e participar das atividades da mesma. È através de Jesus, que descobrimos o lugar certo da criança na Igreja: É NO MEIO! – Quando pequeno, com apenas doze anos, Jesus não estava em um lugar “à parte”, mas no meio dos doutores (Lc 2.46). O tempo passa, Ele cresce, no auge no seu ministério, ele reafirma esta posição da criança, ao chamar e colocando-a no meio deles (Mt 18.2-3).

A Igreja pratica essa visão, legada por Jesus, quando integra a criança nas atividades litúrgicas e com isso lhe possibilita a experiência de prestar culto a Deus.

A Educação Cristã oferecida a Criança na Igreja

A criança necessita receber orientações seguras em todos os aspectos da vida. De início a responsabilidade é dos pais, logo esta se estende de forma parcial ao ambiente eclesiástico, que deve contribuir de maneira positiva, com a transmissão de tais orientações, dando uma continuidade alicerçada em convicções e conceitos teológicos bem definidos e concretos.

A Igreja deverá oferecer atividades que oportunizem as crianças a experiência de conhecer a Deus, se entregar a Ele e principalmente cultuá-lo!

* Escola Bíblica Dominical ( Estudo da Palavra)
* Escola Bíblica de Férias (Evangelização)
* Reunião de crianças na Igreja para o culto a Deus (Experiência Litúrgica)
* Círculo de Oração Infantil (Comunicação)

A reunião de crianças para a experiência do culto a Deus deve ser preparado e dirigido por crentes maduros que conhecem o Caminho do Senhor e estejam preparados com uma linguagem e materiais adequados para ajudar a criança a encontrar Deus e cultuá-lo de todo o seu coração.(Lc 2.40)

Fonte: Blog projeto ensinar e crescer

 
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