terça-feira, 17 de maio de 2011

O VERDADEIRO CULTINHO PARA AS CRIANÇAS




O CULTINHO PARA AS CRIANÇAS


O Que é?

É um programa de treinamento para alcançar as crianças no seu nível com o Evangelho.

Qual é o Propósito? 

A. Para alcançar as crianças.

– Nível de entendimento.

– Oportunidade de participar na adoração.

B. Para ensinar as crianças.

– A crer e obedecer a Palavra de Deus.
– A respeitar a Casa de Deus.
– A adorar.

C. Para ganhar as crianças.

– Para Cristo.
– Para a Igreja.
– Para o serviço.

O cultinho não é para aliviar o problema de falta

de espaço no auditório da Igreja, nem para

“enrolar” as crianças durante a pregação.

Este tempo não é para ser gasto. 

É para ser aproveitado!!



Tem que distribuir o tempo com:
* louvores
* oração
* história (apelo)
* memorização de versículo
* trabalho manual
* brincadeira
* banheiro
* lanche: pode ter sempre para maternal e ocasionalmente para cultinho.

             Obs.: Não tem que fazer todas as coisas no mesmo dia.                                             FONTE: BLOG DA TIA JAQUE

QUE ALIMENTO VC TEM DADO PARA AS CRIANÇAS? 
PÃO VIVO QUE DESCEU DO CÉU OU COMIDA PODRE DA DISNEY???

E eles chamam de "CULTINHO"



Mamãe acabou o Shrek! assim entrou o meu caçula de 3 anos pelo corredor da igreja em alto som, no final do culto. Neste último domingo visitei outra igreja evangélica do meu bairro, e para minha tristeza novamente vivenciei o que tenho encontrado em várias igrejas por onde tenho visitado.Meu filho de 9 anos no carro de volta do culto, muito chateado me disse:"Mãe, não ouvi uma vez a palavra Jesus e nem Deus, passaram pra gente o desenho do ShereK, assim não dá. Um domingo é bingo, outro domingo é Shreek e ainda disseram pra gente que no próximo domingo vão passar Espanta tubarões (da Disney). Eu quero aprender de JeSus, mãe assim não dá!
Amados irmãos em Cristo Jesus. estamos vivendo os últimos dias, as crianças na igreja estão sendo alimentadas com o que??? Estão sendo distraídas com desenhos da Disney durante os cultos dos adultos, este casos que tenho presenciado ao vivo e a cores estão aí para comprovar a falta de visão e compromisso com a vida das crianças em muitas igrejas . Não vou relatar aqui qual é a igreja, mas digo a você que são igrejas de condição financeira alta e de denominação evangelica histórica, bem conhecida e muito respeitada.Pais, procurem se informar o que seu filho está aprendendo na igreja, se você se interessa pela vida espiritual de seu filho, faça umas visitas a classe e certifique-se do que ele está recebendo como alimento e se é alimento espiritual.Vou parar por aqui, pois estou com meu espirito entristecido, acabei de chegar da igreja, estou escrevendo este artigo.
OREMOS, LEVANTEMOS UM CLAMOR pelos obreiros, por cada vida que tem sido encarregada para trabalhar no ministério com crianças. E pelos líderes, para que acordem em o nome de Jesus.
Deus seja contigo! 
FONTE: Claudia Guimarães

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O Afastamento dos Pais Revela a Necessidade de Outros Modelos














Numa época em que os discursos parecem conflitantes, o jovem se afasta dos pais. A relação se abala.
A dificuldade em lidar com o corpo está diretamente relacionada à nova relação que o jovem tem de construir com seus pais. Isso porque, na adolescência, o amadurecimento sexual faz com que o Complexo de Édipo, descrito pelo criador da Psicanálise, Sigmund Freud (1856-1939), seja revivido. De acordo com Freud, a criança desejaria inconscientemente tomar o lugar da mãe ou do pai no par amoroso. Como eles são as primeiras referências masculinas e femininas que a criança tem, ao querer substituir uma delas, a relação com o "concorrente" fica confusa, alternando-se entre o amor e ódio - o que pode, mais tarde, fazer com que a pessoa tenha dificuldades no relacionamento amoroso. Se a criança aceita o fato de não poder se unir ao pai ou à mãe, ela passa a lidar de forma equilibrada com as duas referências e internaliza a proibição do incesto.
Na adolescência, resquícios de um Complexo de Édipo mal resolvido podem vir à tona. Surge daí a necessidade inconsciente de buscar outros modelos de homem e mulher além do pai e da mãe. O distanciamento também é uma forma de reelaborar a imagem idealizada dos pais e provar que não se é mais criança. "Esse comportamento serve para que o adolescente exercite a definição de uma identidade baseada em experiências mais amplas", diz Miguel Perosa, terapeuta e professor de Psicologia da Adolescência na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Isso não quer dizer que o adolescente não possa ter saudade da dependência infantil e de comportamentos que aludam a ela. Mas, uma vez nessa fase, ficam cada vez mais constantes as saídas em grupo e a oposição verbal e física às referências paternas e maternas.

Na sala de aula, é importante estabelecer limites quando o adolescente adota uma postura de confronto para se afirmar ou quando transforma o professor em referência masculina, feminina ou de comportamento. No primeiro caso, deve-se escutar o que o adolescente tem a dizer - valorizar sua voz é abrir as portas do diálogo -, mas também apontar as normas de conduta da instituição e do convívio civilizado. No segundo, a melhor saída é chamar a atenção para aquilo que há de positivo no comportamento do próprio jovem. Assim, ele poderá começar a reconhecer nele mesmo traços da identidade que constrói.
Fonte: escolabíblicadominical

Como trabalhar com adolescentes?


Trabalhar com adolescentes é um desafio! Ao longo dos anos em que trabalhei com eles, e nas matérias que li a respeito, aprendi que o seguinte ajuda: Seja honesto e franco - se você não sabe uma resposta, não enrole, pesquise e responda depois. Peça desculpas
quando você cometer um erro. Incentive a conversa aberta e crie uma relação de confiança com os jovens, assim eles passarão a se sentir à vontade para fazer perguntas e participar.
Respeite as opiniões - eles já querem ser tratados como adultos, mas precisam que você ajude-os a perceber erros e problemas. Ao mesmo tempo, adolescentes ainda tem muito de criança dentro de si. Promova o respeito mútuo – para com você e entre eles.
Utilize temas atuais e do interesse deles, ou tente atualizar os temas que você vai trabalhar. Mantenha-se atualizado sobre os interesses dos jovens: preste atenção às vitrines de lojas, assista um pouco de TV os programas que eles gostam, converse com professores, psicólogos e profissionais que convivem com eles. Muitas editoras estão publicando
Bíblias adaptadas a linguagem de torpedo ou com gírias; daria para fazer um trabalho interessante comparando estas com as versões tradicional e na linguagem de hoje.
Varie as técnicas na medida do possível; use dinâmicas, vídeos, jogos de computador, brincadeiras, trabalhos manuais - coisas nas quais os jovens possam participar e fazer por eles mesmos. Adolescentes gostam de novidades, de ser surpreendidos, de se movimentar. Aqui no site visite as páginas de jogos e dinâmicas Evite palestras ou lições de moral. Leve os jovens a encontrar a "moral" por eles mesmos.
Uma técnica ínteressante é a do tribunal: divida a turma em 2 grupos - acusação e defesa (você pode aindar ter um 3o.
grupo para juri, dependendo do tamanho da turma). Proponha um texto bíblico, por exemplo uma atitude controversa de Jesus. Os jovens devem apresentar seus pontos de vista, de acordo com o grupo a que pertencem, podem convocar testemunhas (personagens que outros jovens irão interpretar). É preciso chegar a uma conclusão no final - se nem todos
concordam que pelo menos todos entendam o que levou Jesus a agir como agiu.
Pesquise em livros de técnicas de dinâmicas de grupo ou peça ajuda a profissionais de Recursos Humanos / RH para outras técnicas como esta.
Conte histórias, essa é uma atividade que atrai todas as idades - quem não gosta de um pouco e mistério, romance, aventura? A Bíblia tem inúmeras passagens interessantes, divertidas, guerras, paixões, etc...
Crie momentos descontraídos, sem tema ou responsabilidade (um jogo de futebol ou queimado depois da reunião, um piquenique ou passeio, gincanas, etc..) - o ambiente informal ajuda a promover a integração e a amizade entre os jovens. Se possível, participe uma vez ou outra dos jogos, não como coordenador, mas como membro da equipe.
No mais, entregue-se nas mãos de Deus, ele te guiará. E mantenha a mente aberta para aprender sempre!
FONTE:eventoevangelico


quinta-feira, 12 de maio de 2011

ESTUDO BÍBLICO PARA A CRIANÇA

                ASSUNTO RELEVANTE PARA DEUS

Desde os mais antigos Deus, se preocupou com o ensino bíblico para a 
criança. A primeira prova disso é que Ele teve o cuidado de organizar uma
instituição educacional que se responsabilizasse pelo ensino, desde a mais
tenra idade do indivíduo " o lar ou a família.
Compreende-se que o plano fundamental de Deus concernente à educação do seu povo deveria iniciar no lar. O temor do Senhor, a guarda dos estatutos e mandamentos, deveriam ser passados de pais para filhos, de geração em geração, a fim de que o conhecimento de Deus fosse uma constante entre o povo.
A criança ocupava lugar importante no seio da família israelense (Sl 127.3 e 128.1-3). Sua educação nos preceitos bíblicos era prioridade. Cabia aos pais o zelo pela instrução dos filhos que, por ordem divina, deveria ser constante e diligente (Dt 4.9-10;6.1-7 e11.18-19).
Está claro nas Escrituras que, de acordo com a vontade divina, os
mandamentos do Senhor seriam ensinados em todos os momentos (andando, falando assentados em casa, à mesa, pelos caminhos, de dia e à noite, quando a família se reunia). À criança era concedida a oportunidade de fazer perguntas (Ex 12.26-27; Gn 22.7-8), o que tornava o ensino eficaz e mais interessante.
Mais tarde, além do lar, as crianças também aprendiam com os sacerdotes e profetas. Algumas delas eram dedicadas a Deus e entregues ao sacerdotes para educá-las. Um desses casos é o de Samuel, que foi entregue ao sacerdote Eli ainda bem novinho (1Sm 1.20-28). O profeta também era uma figura importante na educação nacional. Muitos jovens eram enviados às escolas de profetas a fim de estudarem as Escrituras e se prepararem para substituir seus antecessores (1Sm 10.10;19.19; 2Rs 2.5 e4.38).

Propósito
Deus preparou um plano de reconciliação para a humanidade perdida e
distanciada do seu Criador. Havia, portanto, necessidade de transmitir à
humanidade a mensagem de perdão, de fé e esperança, bem como os
preceitos e normas para uma vida de comunhão com o Senhor.
Para isso, Deus separou Israel, um povo especial, para que o mesmo
transmitisse aos outros povos o propósito divino. Era fundamental que as
gerações tomassem conhecimento dos fatos acontecidos no passado, para
serem enriquecidos no presente e não serem esquecidos no futuro.
A transmissão da herança histórica era assunto que deveria ser ensinado à
criança até que ela alcançasse maturidade e, conseqüentemente, condições de transmitir à geração seguinte. Além da história do povo, a idéia do conhecimento de Deus, a adoração e obediência ao Criador, o reconhecimento pelos seus feitos, todos esses aspectos eram pontos fundamentais na educação da criança israelita. Graças a tais cuidados por parte de Deus é que o conhecimento do Todo-Poderoso chegou até os nossos dias.
Crianças educadas, homens usados por Deus Podemos citar alguns exemplos relacionados ao assunto: 

Adão
Entendemos pelas Escrituras que Adão ensinou aos seus filhos quando eles se propuseram a oferecer suas ofertas a Deus (Gn 4.3-4).

Abraão É certo que Abraão transmitiu os ensinamentos bíblicos a seu filho Isaque ainda pequeno. A prova disso é que o jovem conhecia todo o ritual do sacrifício, e quando seguia para o monte Moriá com seu pai, sentiu falta do cordeiro para o holocausto (Gn 22.7).
A educação de Moisés
Ele era o legislador de Israel, foi educado em toda a ciência do Egito como
filho de Faraó (Ex 2.10 e At 7.22). No entanto, sua meninice teve a influência dos
ensinamentos de sua própria mãe hebréia (Ex 2.8-9), que não descuidou de ensinar-lhe os princípios divinos. Isso lhe serviu de base para não se
contaminar com a idolatria e guardar, no coração, o temor do Senhor e a fé em um único Deus, criador de todas as coisas.

O cuidado de Loide e Eunice
Mesmo tendo um pai grego que certamente lhe ensinava acerca da mitologia e da filosofia da época, Timóteo recebeu também de sua avó e de sua mãe ensinamentos das Escrituras (2Tm 1.5 e3.14-15), desde a sua meninice. Tais fundamentos foram a base de sua fé e conduta, o que o tornou grande evangelista ainda bem jovem.

Através dos tempos
Os ensinos do Antigo Testamento tiveram ressonância através dos tempos e a preocupação em transmitir as verdades bíblicas às crianças foi um dos pontos observados nas sinagogas até mesmo no tempo do cativeiro.
Jesus nunca excluiu as crianças das multidões que vinham a ele ouvir os seus ensinamentos (Mt 14.21). Ele repreendeu seus discípulos quando pretendiam excluir as crianças do seu convívio (Mc 10.13-14).

A continuidade do ensino
Lendo as cartas do apóstolo Paulo, entendemos que o ensino sempre foi
assunto de relevância na Igreja (Rm 12.7; Cl 1.28; 2Tm 2.2 e3.14-15) e no lar.
Através dos tempos, a Igreja passou por muitas provações, perseguições e até mesmo profundas mudanças. Todavia, Deus sempre continuou
preocupado com a questão da transmissão dos seus preceitos e
mandamentos. 

Na Reforma
Através da História, constatamos que Deus sempre levantou homens
preocupados e interessados na educação. Martinho Lutero, o ilustre
reformador protestante, por exemplo, empenhou-se em promover a educação concentrada no lar, como registra o Antigo Testamento. Reconhecia, no entanto, que as autoridades do Estado também deveriam desenvolver programas educacionais para as crianças tomando para si a responsabilidade de ajudar os pais na educação dos filhos. Ele sugeria um currículo que desse ênfase aos estudos bíblicos e à música (para isso, a Bíblia deveria ser traduzida para o vernáculo, proporcionando a facilidade da leitura da mesma), ao lado de outras disciplinas.

Outro nome é João Calvino, fundador da Academia de Genebra, onde se
ensinava a crianças e adultos. Ele teve a grande preocupação de convocar a igreja para retornar à tarefa de ensinar às crianças nos moldes do Antigo
Testamento.

Os colonizadores 
Da mesma forma como os hebreus nos tempos antigos, os colonizadores nos séculos passados, quando vieram da Europa para habitar na América, não faziam distinção entre educação religiosa e educação secular.
Quase todas as famílias, senão todas, eram protestantes. Vieram para o Novo Mundo fugindo das perseguições religiosas, em busca de liberdade para exercitar a fé em Jesus. A principal razão para ensinar a seus filhos a ler era para que pudessem ler a Bíblia. Assim, procuravam transmitir de modo simples, mas convincente, um patrimônio moral e espiritual e um viver de acordo com os ditames bíblicos.
Cada família tinha o cuidado de realizar o culto doméstico. Os pais chegaram até a ser obrigados por lei a ensinarem os preceitos divinos aos seus filhos.

Surgimento das escolas
Caso os pais não cumprissem seu dever de ensinar, a comunidade se
responsabilizava por transmitir um ensino mais adequado e eficaz. Assim
foram surgindo as primeiras escolas para complementação do ensino no lar.
Aos mais ricos era concedido o privilégio de contratarem pessoas para irem à casa ensinar as crianças.

Atualidade

É fato incontestável que os judeus sempre premiavam pela educação de seus filhos. Eles consideravam a educação tão importante quanto a oração. Esse zelo pelo saber originou-se do preceito bíblico registrado em Deuteronômio 11.19.
Ainda hoje se pode observar o cuidado e preocupação em transmitirem aos seus filhos a Lei do Senhor e os preceitos de Jeová. Consideram a educação da criança prioritária.
Somos também o povo escolhido de Deus (Hb 8.10 e Tt 2.14). Assim, a educação cristã está também embasada nos mesmos princípios e ditames expostos nas Escrituras.
A Igreja de Cristo tem como objetivo primordial a salvação do homem e o seu preparo para viver Jesus eternamente. A educação é o agente de mudança.
Para isso, a Igreja se propõe a ensinar a Palavra de Deus de modo
sistemático, prático e progressivo, alcançando pessoas de todas as idades,
principalmente as crianças. A instituição educacional da igreja é a Escola
Dominical. O ensino bíblico, ou melhor, a educação cristã deve ser
compreendida como uma tarefa que não se limita apenas a algumas horas de estudo aos domingos na ED. Mas, como um processo, um contínuo
aprendizado de crenças e valores, de hábitos, atitudes, maneiras de sentir e de agir de acordo com o querer de Deus.
Cada cristão deve tornar-se uma pessoa zelosa, praticando boas obras com o objetivo de melhor servir a Jesus e ser capaz de influenciar na vida da comunidade, da sociedade em que está inserido. Nessa tarefa cabe aos pais a responsabilidade maior.

Dificuldades atuais

A sociedade atravessa um período de profundas mudanças. Em conseqüência, os lares são abalados de forma preocupante, o que traz sérios problemas no que se refere à educação do indivíduo.
De um lado está a necessidade da busca de meios de sobrevivência
colaborando para que as mães também deixem o lar e se dediquem a algum trabalho para ajudar a sustentar a economia da família. De outro, as mulheres que "vestindo a roupagem" do desejo da realização pessoal e da procura de um "espaço" na sociedade, fogem das suas responsabilidades de esposa e mãe. E ainda levando-se em consideração os desmandos dos pais, as brigas, as ocupações extras, a separação dos cônjuges, que no final chegam ao divórcio na maioria das vezes.
Todos esses acontecimentos na vida familiar levam a criança ao abandono, à falta de orientação, a necessidade de alguém para identificar-se, de ajuda para resolver seus problemas.
Falta a presença dos pais para incentivá-la a crescer, a desenvolver-se, quer elogiando-a ou repreendendo-a, conforme a situação. Determinando e cobrando tarefas. Ensinando-a a respeitar limites, a ser útil, a participar do grupo familiar. Dando-lhe oportunidade de partilhar das alegrias e das
dificuldades do dia-a-dia. Ensinando-a a fazer escolhas e a tomar decisões.
Caminhando junto a ela, apontando-lhe o caminho (Pv 22.6). Orientando-a a lidar com seus próprios sentimentos.
São os pais e, principalmente a mãe, as pessoas responsáveis para
"descortinar" conhecimentos. É a qualidade do mesmo que determinará seus resultados. Sem dúvida, os ensinamentos bíblicos oferecidos ao indivíduo desde a sua infância é que nortearão sua vida de modo eficaz tornando-o um cidadão honrado. Capacitando-o a colaborar para o bem estar da sociedade e da nação. E, acima de tudo, fazendo-o um futuro cidadão dos céus.
Albertina Malafaia

 
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