quinta-feira, 2 de junho de 2011

Como Acalmar a Turminha


Sabemos que tem dias que as crianças estão com a corda toda. Para esses dias inventei a técnica dos cartões (como juiz de futebol).
Cada cartão de uma cor simboliza uma ação

.Exemplos:

cartão azul = ESTÁTUA
cartão amarel o= DAR UMA GARGALHADA
cartão vermelho = PARE
cartão preto = ABAIXAR
cartão rosa = VOZ "INVISÍVEL" (SEM SOM)
cartão branco= DAR UM ABRAÇO

Funciona muito , exemplo estamos andando em fila de repente levanto o cartão azul, imediatamente todos ficam estátuas, eles adoram e ficam mais calmos.

Vocês poderão escolher os comandos.
fonte:www.armazemdeideias.net

terça-feira, 17 de maio de 2011

O VERDADEIRO CULTINHO PARA AS CRIANÇAS




O CULTINHO PARA AS CRIANÇAS


O Que é?

É um programa de treinamento para alcançar as crianças no seu nível com o Evangelho.

Qual é o Propósito? 

A. Para alcançar as crianças.

– Nível de entendimento.

– Oportunidade de participar na adoração.

B. Para ensinar as crianças.

– A crer e obedecer a Palavra de Deus.
– A respeitar a Casa de Deus.
– A adorar.

C. Para ganhar as crianças.

– Para Cristo.
– Para a Igreja.
– Para o serviço.

O cultinho não é para aliviar o problema de falta

de espaço no auditório da Igreja, nem para

“enrolar” as crianças durante a pregação.

Este tempo não é para ser gasto. 

É para ser aproveitado!!



Tem que distribuir o tempo com:
* louvores
* oração
* história (apelo)
* memorização de versículo
* trabalho manual
* brincadeira
* banheiro
* lanche: pode ter sempre para maternal e ocasionalmente para cultinho.

             Obs.: Não tem que fazer todas as coisas no mesmo dia.                                             FONTE: BLOG DA TIA JAQUE

QUE ALIMENTO VC TEM DADO PARA AS CRIANÇAS? 
PÃO VIVO QUE DESCEU DO CÉU OU COMIDA PODRE DA DISNEY???

E eles chamam de "CULTINHO"



Mamãe acabou o Shrek! assim entrou o meu caçula de 3 anos pelo corredor da igreja em alto som, no final do culto. Neste último domingo visitei outra igreja evangélica do meu bairro, e para minha tristeza novamente vivenciei o que tenho encontrado em várias igrejas por onde tenho visitado.Meu filho de 9 anos no carro de volta do culto, muito chateado me disse:"Mãe, não ouvi uma vez a palavra Jesus e nem Deus, passaram pra gente o desenho do ShereK, assim não dá. Um domingo é bingo, outro domingo é Shreek e ainda disseram pra gente que no próximo domingo vão passar Espanta tubarões (da Disney). Eu quero aprender de JeSus, mãe assim não dá!
Amados irmãos em Cristo Jesus. estamos vivendo os últimos dias, as crianças na igreja estão sendo alimentadas com o que??? Estão sendo distraídas com desenhos da Disney durante os cultos dos adultos, este casos que tenho presenciado ao vivo e a cores estão aí para comprovar a falta de visão e compromisso com a vida das crianças em muitas igrejas . Não vou relatar aqui qual é a igreja, mas digo a você que são igrejas de condição financeira alta e de denominação evangelica histórica, bem conhecida e muito respeitada.Pais, procurem se informar o que seu filho está aprendendo na igreja, se você se interessa pela vida espiritual de seu filho, faça umas visitas a classe e certifique-se do que ele está recebendo como alimento e se é alimento espiritual.Vou parar por aqui, pois estou com meu espirito entristecido, acabei de chegar da igreja, estou escrevendo este artigo.
OREMOS, LEVANTEMOS UM CLAMOR pelos obreiros, por cada vida que tem sido encarregada para trabalhar no ministério com crianças. E pelos líderes, para que acordem em o nome de Jesus.
Deus seja contigo! 
FONTE: Claudia Guimarães

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O Afastamento dos Pais Revela a Necessidade de Outros Modelos














Numa época em que os discursos parecem conflitantes, o jovem se afasta dos pais. A relação se abala.
A dificuldade em lidar com o corpo está diretamente relacionada à nova relação que o jovem tem de construir com seus pais. Isso porque, na adolescência, o amadurecimento sexual faz com que o Complexo de Édipo, descrito pelo criador da Psicanálise, Sigmund Freud (1856-1939), seja revivido. De acordo com Freud, a criança desejaria inconscientemente tomar o lugar da mãe ou do pai no par amoroso. Como eles são as primeiras referências masculinas e femininas que a criança tem, ao querer substituir uma delas, a relação com o "concorrente" fica confusa, alternando-se entre o amor e ódio - o que pode, mais tarde, fazer com que a pessoa tenha dificuldades no relacionamento amoroso. Se a criança aceita o fato de não poder se unir ao pai ou à mãe, ela passa a lidar de forma equilibrada com as duas referências e internaliza a proibição do incesto.
Na adolescência, resquícios de um Complexo de Édipo mal resolvido podem vir à tona. Surge daí a necessidade inconsciente de buscar outros modelos de homem e mulher além do pai e da mãe. O distanciamento também é uma forma de reelaborar a imagem idealizada dos pais e provar que não se é mais criança. "Esse comportamento serve para que o adolescente exercite a definição de uma identidade baseada em experiências mais amplas", diz Miguel Perosa, terapeuta e professor de Psicologia da Adolescência na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Isso não quer dizer que o adolescente não possa ter saudade da dependência infantil e de comportamentos que aludam a ela. Mas, uma vez nessa fase, ficam cada vez mais constantes as saídas em grupo e a oposição verbal e física às referências paternas e maternas.

Na sala de aula, é importante estabelecer limites quando o adolescente adota uma postura de confronto para se afirmar ou quando transforma o professor em referência masculina, feminina ou de comportamento. No primeiro caso, deve-se escutar o que o adolescente tem a dizer - valorizar sua voz é abrir as portas do diálogo -, mas também apontar as normas de conduta da instituição e do convívio civilizado. No segundo, a melhor saída é chamar a atenção para aquilo que há de positivo no comportamento do próprio jovem. Assim, ele poderá começar a reconhecer nele mesmo traços da identidade que constrói.
Fonte: escolabíblicadominical

Como trabalhar com adolescentes?


Trabalhar com adolescentes é um desafio! Ao longo dos anos em que trabalhei com eles, e nas matérias que li a respeito, aprendi que o seguinte ajuda: Seja honesto e franco - se você não sabe uma resposta, não enrole, pesquise e responda depois. Peça desculpas
quando você cometer um erro. Incentive a conversa aberta e crie uma relação de confiança com os jovens, assim eles passarão a se sentir à vontade para fazer perguntas e participar.
Respeite as opiniões - eles já querem ser tratados como adultos, mas precisam que você ajude-os a perceber erros e problemas. Ao mesmo tempo, adolescentes ainda tem muito de criança dentro de si. Promova o respeito mútuo – para com você e entre eles.
Utilize temas atuais e do interesse deles, ou tente atualizar os temas que você vai trabalhar. Mantenha-se atualizado sobre os interesses dos jovens: preste atenção às vitrines de lojas, assista um pouco de TV os programas que eles gostam, converse com professores, psicólogos e profissionais que convivem com eles. Muitas editoras estão publicando
Bíblias adaptadas a linguagem de torpedo ou com gírias; daria para fazer um trabalho interessante comparando estas com as versões tradicional e na linguagem de hoje.
Varie as técnicas na medida do possível; use dinâmicas, vídeos, jogos de computador, brincadeiras, trabalhos manuais - coisas nas quais os jovens possam participar e fazer por eles mesmos. Adolescentes gostam de novidades, de ser surpreendidos, de se movimentar. Aqui no site visite as páginas de jogos e dinâmicas Evite palestras ou lições de moral. Leve os jovens a encontrar a "moral" por eles mesmos.
Uma técnica ínteressante é a do tribunal: divida a turma em 2 grupos - acusação e defesa (você pode aindar ter um 3o.
grupo para juri, dependendo do tamanho da turma). Proponha um texto bíblico, por exemplo uma atitude controversa de Jesus. Os jovens devem apresentar seus pontos de vista, de acordo com o grupo a que pertencem, podem convocar testemunhas (personagens que outros jovens irão interpretar). É preciso chegar a uma conclusão no final - se nem todos
concordam que pelo menos todos entendam o que levou Jesus a agir como agiu.
Pesquise em livros de técnicas de dinâmicas de grupo ou peça ajuda a profissionais de Recursos Humanos / RH para outras técnicas como esta.
Conte histórias, essa é uma atividade que atrai todas as idades - quem não gosta de um pouco e mistério, romance, aventura? A Bíblia tem inúmeras passagens interessantes, divertidas, guerras, paixões, etc...
Crie momentos descontraídos, sem tema ou responsabilidade (um jogo de futebol ou queimado depois da reunião, um piquenique ou passeio, gincanas, etc..) - o ambiente informal ajuda a promover a integração e a amizade entre os jovens. Se possível, participe uma vez ou outra dos jogos, não como coordenador, mas como membro da equipe.
No mais, entregue-se nas mãos de Deus, ele te guiará. E mantenha a mente aberta para aprender sempre!
FONTE:eventoevangelico



 
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